quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Pda
A passagem de ano. Aquela noite deprimente em fico acordada até tarde
há espera que algo muda. Faltam poucos dias para um novo começo. "Ano
novo, vida nova", gostaria de pensar assim, e penso, mas não o executo.
Mas todos sabemos que nunca é bem assim, é apenas o recomeço da
monotonia de sempre. Estou perdida num ano como em todos os outros.
Gostaria de mudar tantas partes da minha vida, mas acabo com 12 meses de
puro medo, e sem resultado algum.O facto de estar a festejar quando na verdade, só me apetece permanecer
em casa, meter uns bons álbuns a tocar, aqueles antigos que deixam a
minha alma livre e aberta para novas teorias, e falar do sentido da vida
quando naquele dia nada me parece fazer o devido sentido.Ou apenas ver um bom filme, que também me vai deixar pensativa... Mas
será que só nós sentimos isso? A necessidade de espaço e a necessidade
de não querer ver pessoas? Porque as pessoas são todas elas, algo que
ainda não descobri. Será que ninguém nos vai libertar a mente?;Será que isto faz parte do crescimento?; Ou será que todos nós precisamos de tempo para por as ideias em ordem?; É por
isso que existimos?; Acredito que tenhamos algo lindo dentro de nós que
um dia irá mudar o mundo para um mundo melhor ou simplesmente para um
mundo não tão mau como o actual. Com isto, espero que tenhas um bom ano novo. E este texto foi feito com a parceria de uma grande amiga e camarada, Lud V.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Vertigens
Os medos. Temos tantos medos. Temos medo das mudanças e da vida. Do que possa correr mal e o que fazer para mudá-lo. Temos medo de tudo e de todos. Eu pelo menos tenho, medo das pessoas; todas elas más e com intenções maléficas; todas elas fazendo se de pessoas normais e simpáticas, enquanto somos todos anormais e falsos. Nunca descobrimos o lado verdadeiro de uma pessoa, até a termos visto no caos. Como já disse em alguns textos, só conhecemos mesmo uma pessoa quando essa está perante o caos e o desespero. No desespero da vida, com os problemas a que nos encontramos, os quais não têm solução. Mas a única coisa que não tem solução é a morte, porque é ela que acaba com a nossa forma de resolver os nossos problemas. Medo de tudo, de voar, de aprender, de não fazer aquilo ou fazê-lo. A vida é uma aventura onde só são conhecidos os mais bravos e corajosos. Ninguém quer saber de um futebolista enquanto anda por ai um cientista a descobrir curas para as mais variadíssimas doenças. Pelo menos, essa é a minha opinião e será sempre ela que para mim irá contar. Sei que ninguém lê os meus textos. Como se me importasse, são as minhas teorias que um dia terão espaço num cargo importante. Um cargo que agora ninguém quererá saber ou ligar. Estamos todos muito preocupados com a crise, e com a falta de prendas para um aniversário que não é nosso. Estávamos bem por volta dos 2000\2001, mas quem sou eu para falar? Uma criança a falar de crise? Uma criança a falar dos medos? Sabe lá ela falar ou escrever algo sem ajuda. Mas gosta, isso ela gosta, de usar ironia em tudo o que diz. A ignorância e a ironia são as palavras chaves. Quero guerra, não quero a paz! Se a paz me dá estes desgostos, vamos experimentar a revolta e os tiros! Talvez assim alguém aprenda algo. Bandidos, são todos vocês que só pensam no dinheiro e em como sair deste buraco fundo! Não há saída. Emigrar, faz isso e estarás bem! Até um dia, todos os países serem mais nada sem ser cacos de cultura e desespero. Que vergonha e que ódio. Que raiva.Um dia morrerão vocês, seus burros ingratos, que nada fizeram senão construir estradas e destruir a península! Estamos perdidos. Não vos vou mandar votos de um Feliz Natal, porque não o vai ser; nem de um bom ano novo, porque isto vai piorar a cada dia que passa. Está tudo perdido. Os meus sinceros parabéns, mundo, sociedade, governantes.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Desabafos
Hoje acordei com um raiva enorme, e bastantes pensamentos:
Quero mudar o mundo;
Sou muito nova para mudar o mundo?;
Quem sou eu?;
O que é a vida?;
Como não sabia o que pensar ou fazer, foi ver dois filmes. Vi o "Fame" e o "500 days of Summer".
Depois de vê-los, fiquei com mais pensamentos ainda.
Sim, quero mudar o mundo, dar-lhes novos pensamentos, dar-lhes a ver a realidade do mundo em que nos situamos. Sou muita nova. Acho que tenho tempo para pensar no que fazer, construí-lo e esperar aplausos e compreensão. Queremos pensamentos positivos, mas os pensamentos positivos não são reais. Não sei responder ao que é a vida. A vida é um sopro ou uma ilusão. Se calhar é um sonho, talvez. A vida é apenas um sonho, onde vou conhecendo pessoas que me abandonam e permanecem comigo até ao caos. A vida é apenas uma ilusão onde uma cambada de acontecimentos (tanto bons como maus) se realizam e esperam a minha reação. A vida é um sopro... que leva as palavras, as atitudes, a saudade, o amor, o caos, o medo, o desespero. A vida é um suspiro. Porque que as pessoas só conhecem as pessoas famosas? Quero ser famosa, quero mostrar a tudo o mundo as minhas ideias e teorias! Os outros basta cantarem, produzirem música ou filmes, dedicarem a um ramo artistico e ficam famosos. Porque raio é que falar não é arte? Tentei pintar um quadro, falhei. Tentei desenhar, não consigo. Tentei cantar, não cantei. Aplicar-me na escola, acho que estudo pouco. Algo mudou, porque já não tenho as notas que queria e acho que merecia. Algo se passa e eu não sei bem o que é. Sinto-me confusa. Ainda não sei bem nada. Não sei. Sei que não sei, só isso. Quero uma alma perfeita e quero estar presente na cabeça de todos e de tudo. Quero mudar o mundo. Um dia vou ser presidente. Presidente. Hei de estudar, mudar de país, e ter muitas mais teorias a propor. E alguém irá ler os meus textos e ouvirá as minhas ideias, e vão gostar e concordar. Agora não tenho nada. Tenho apenas uma cara interrogativa e um sentimento de confusão dentro de mim.
Quero mudar o mundo;
Sou muito nova para mudar o mundo?;
Quem sou eu?;
O que é a vida?;
Como não sabia o que pensar ou fazer, foi ver dois filmes. Vi o "Fame" e o "500 days of Summer".
Depois de vê-los, fiquei com mais pensamentos ainda.
Sim, quero mudar o mundo, dar-lhes novos pensamentos, dar-lhes a ver a realidade do mundo em que nos situamos. Sou muita nova. Acho que tenho tempo para pensar no que fazer, construí-lo e esperar aplausos e compreensão. Queremos pensamentos positivos, mas os pensamentos positivos não são reais. Não sei responder ao que é a vida. A vida é um sopro ou uma ilusão. Se calhar é um sonho, talvez. A vida é apenas um sonho, onde vou conhecendo pessoas que me abandonam e permanecem comigo até ao caos. A vida é apenas uma ilusão onde uma cambada de acontecimentos (tanto bons como maus) se realizam e esperam a minha reação. A vida é um sopro... que leva as palavras, as atitudes, a saudade, o amor, o caos, o medo, o desespero. A vida é um suspiro. Porque que as pessoas só conhecem as pessoas famosas? Quero ser famosa, quero mostrar a tudo o mundo as minhas ideias e teorias! Os outros basta cantarem, produzirem música ou filmes, dedicarem a um ramo artistico e ficam famosos. Porque raio é que falar não é arte? Tentei pintar um quadro, falhei. Tentei desenhar, não consigo. Tentei cantar, não cantei. Aplicar-me na escola, acho que estudo pouco. Algo mudou, porque já não tenho as notas que queria e acho que merecia. Algo se passa e eu não sei bem o que é. Sinto-me confusa. Ainda não sei bem nada. Não sei. Sei que não sei, só isso. Quero uma alma perfeita e quero estar presente na cabeça de todos e de tudo. Quero mudar o mundo. Um dia vou ser presidente. Presidente. Hei de estudar, mudar de país, e ter muitas mais teorias a propor. E alguém irá ler os meus textos e ouvirá as minhas ideias, e vão gostar e concordar. Agora não tenho nada. Tenho apenas uma cara interrogativa e um sentimento de confusão dentro de mim.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Tentar
Achas que alguém consegue algo sem tentar? Achas que as coisas caem do céu? A única coisa que caí do céu é uma amiga da terra, chamada chuva. Se não tentares, nunca saberás o que perdeste... e as pessoas têm bastante medo de arriscar e de tentar, mas temos medo disso porque sabemos que o que vamos fazer é algo importante. Uma mudança em si é importante, uma tentativa para a mudança pode acabar bem ou mal, pode ser uma tentativa falhada ou uma tentativa conseguida, uma vitória. O mundo tem bastante medo de mudanças e de coisas novas, e é por isso que quanto alguém, vindo de um profundo nada, se opõem com uma opinião diferente, com uma ideia diferente, com uma roupa diferente, é julgada. Mas neste período de tempo em que só sofremos e é pouco o amor que recebemos sem o dito sufoco, ninguém quer ser diferente, porque tem medo de não serem aceites na sociedade. Eu não teria medo, eu sou quem sou, defendo o que quero, vesti o que me agrada e faça o que aprecio. As pessoas vão muito com as modas... porque não sabem tentar outra coisa. Não será já isso, medo a mais? Temos de ter medo é da morte e da tortura, porque é isso que um dia nos vai fazer sofrer a nós e aos que nos amam e amamos. Temos de arriscar. Mesmo que depois desse risco, só tenhas feito mal, lembra-te que o mal acaba, e que depois da queda irás estar no topo... se tentares. Porque nada se consegue sem esforço e trabalho. Mas os adultos, palavra que desconheço, já nem trabalhar o fazem. Para que trabalhar se o trabalho que entregamos é sempre satisfaz e nada se consegue com isso, sem ser desemprego, miséria e falta de pão na mesa? E ainda há aqueles que tentam e tentam ao máximo e ás vezes nem ao mínimo chegam, se calhar não se esforçaram o suficiente...; aqueles que não trabalham e conseguem tudo de bom na vida; os que trabalham e têm o que merecem, uma boa vida, um bom emprego, uma mulher ou homem, filhos, uma casa de sonho e ser feliz. Temos todos de tentar, porque ao tentar podemos atingir o nosso objectivo. Se o não atingirmos, temos de voltar a tentar. E se falharmos outra vez, tentamos! Porque é assim que se aprende, com os erros que cometemos ao longo desta caminhada. Um dia, vais ganhar e vais saborear o doce da vitória, porque já sentiste a derrota na tua pele.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Ausência
Desculpem a ausência. Se é que a sentiram. E é mesmo disso que venho falar daqui hoje, ausência. Por vezes sinto saudades de pessoas que foram embora ou eu nunca mais as vi. Mas a saudade é passageira, pelo menos para mim é. Fico 10 minutos a pensar no assunto e na pessoa. E penso se vale a pena sofrer... nunca vale. Mesmo que o teu mundo te caia hoje, amanhã tens um mundo melhor, onde tudo é colorido e não há um sinal de problema. No dia seguinte, dás por ti a chorar porque encontras em ti um vazio de saudade e ausência ou um problema dramático ao não sabes como reagir. As minhas reações em tempos maus são más. E só conhecemos uma pessoa, quando a vemos na sua pior situação. Ai sim vemos o que ela diz e o que ela faz, e o que ela demostra sentir perante o caos. Descobrimos o carácter da pessoa quando a vemos na mais dramática situação possível. E impossível, porque tudo nesta vida é possível, temos és os sonhadores e os corajosos. Os grandes e os fracos. Porque quem sonha, é criativo e sabe o que quer, e quem o faz acontecer acaba destruçado. Porque a vida não é para todos, pelo menos esta vida não. É para os inteligentes e para os que sabem o que querem ser e lutam com toda a sua força interior para isso se realizar. Sonhos, minha gente.... os ditos sonhos. Tantos que os tenho e nada me dizem. E os mais esquesitos deixam-me pensativa. Ausência na presença. Quando estás rodeado de pessoas e te sentes sozinho? Deve ser uma das piores dores de sempre. Que ódio que eu tenho do mundo ás vezes. Parece que é feito há base de farinha e sociedade desinteressante. Ignorante e má. Incorretas e saloias. O mundo é mau. Porque se fosse bom, não seria o mundo. A vida não seria a vida. E nós necessitamos de ausência.
domingo, 18 de novembro de 2012
Sede
Tenho sede. Sede.
Mas a preguiça é tanta, que ultrapassa as barreiras da sede. A cozinha
está a uns poucos metros de ti, mas tu, mesmo assim, decides esperar no
sofá, com os teus pés frios. Há espera que alguém familiar com a sua voz
rouca mas ao mesmo tempo reconfortante te pergunte: "Queres água,
Catarina?" e tu respondes que sim, com um brilho no olhar. Preguiça..
deixei de pensar nela quando me apercebi que todos nós, a temos dentro
de nós, mesmo no nosso lado mais escuro. Porque esse nome é um mau
adjectivo, é um defeito. A preguiçar de tocar nos teus livros, mesmo
sabendo que um ano escolar começou agora. A preguiça de responder ás
mensagens da pessoa que tu julgas que mais amas no mundo. A preguiça de
ir buscar um copo de água. Água significa vida. E a vida é má. Acho que o primeiro problema é a poluição e o segundo é a crise. O terceiro, aquele que eu receio falar, é a humanidade. Temos uma péssima sociedade, na qual não sei se me enquadro. Julgam, gozam, pisam, falam, gritam, tratam-te mal, abaixo de cão. Revolta-te. Torna este mundo de pessoas cruéis e ignorantes, um mundo melhor.
Um mundo sem poluição, sem dívidas algumas. Temos de dividir a água.
Temos de dividir a água. Temos de dividir a felicidade e o sofrimento;
porque quem está cá sofre e quem não está sofreu. Será isto palavreado
de ignorância?
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O correto e o errado
Boa tarde. Já há uns dias que vinha aqui falar sobre um assunto que me abordaram numa aula. Um tema de moralidade. Era uma pergunta há qual tinhamos de dar a resposta. A pergunta se bem me lembro era: A Maria e a Sofia, são melhores amigas. Um dia foram ás compras, no centro comercial. A Sofia está com a Maria, e a Sofia rouba uma peça de roupa, com a Maria a observar. O guarda vai ter contigo e diz-te "Diz-nos o nome da rapariga que roubou.".
Agora é uma questão de moralidade, fui a única incompreendida na turma, que estava na opinião do contra (estou bastantes vezes nessa trágica situação de ser sempre do contra). "O que farias no caso da Maria?" Entregava-a. Amigas, amigas, roubos há parte. Cometeu um crime, e ninguém sai de um crime sem um castigo. Pelo menos isso era o que devia ser feito e o que por vezes não acontece neste mundo a que chamamos mundo. Cometeu um crime. Foi pequeno. Uma peça de roupa. E então? Deixa de o ser por ser apenas uma insignificante peça de roupa? Roubou. E mesmo sendo a minha melhor amiga, ou independentemente de quem fosse, iria acusá-lo. Não importa o tamanho do crime. Um crime é mau, e está errado. Se estivesse certo não merecia castigo. Mas se queremos pessoas com educação temos de ser justos com a lei. Amizade não é lei. Poderia amá-la incondincionalmente (o que é impossível, porque ninguém ama os amigos, amar é um termo forte) que a iria denunciar na mesma. Tinha de ser castigada, ter o que merecia. Educação. Há que a tê-la. Sou uma menina de principios. Não sou uma mulher, porque apesar de pensar que o sou, sou apenas uma criança que reconheçe um erro, o erro que é roubar. Um crime. Castigo. Severo. Não importa a idade, importa a maturidade. E quem não disse-se o nome da amiga, iria ser um irresponsável e também ele um criminoso! Nunca na vida quero estar com alguém que cometa crimes há minha frente; nem há minha frente nem na minha traseira. Porque só vemos o que nos convém. E isso é muito mau. O mundo é mau. Porque numa turma de 20 alunos, eu era e sou, a única a pensar nesta maneira. Secalhar estou errada, não sei. Secalhar sou mais madura e mulher, e saber que não queria saber que essa minha "melhor amiga" me vira-se as costas, por eu a ter denunciado. Não roubasse. Eu acho que não é preciso razão para roubar\ assaltar... Acredito na ciência e não na sorte. O mundo tem os seus motivos? Acho que não são precisos motivos para cometer um crime. Dinheiro? Fama? (a fama que muitos gostariam de ter). Qual é o interesse de roubar roupa? Imaginemos que a rapariga era pobre. Não era muito mais nobre (e roubar é tudo menos nobre) roubar uma peça de fruta? Alimentos? Água? Daquilo que nos mantem vivos. Sou pobre, tu também o és. E todos somos, neste mau preciso momento. Mas há uns que se aguentam, familias com emprego, dinheiro de herdade, maneiras possiveís; há outros, pobres esses sim, tem a palavra exata, que nem para comida tem um tostão. O que é mais importante: viveres nu, ou morreres bonito? Ás vezes penso que as pessoas não pensam com a cabeça. Puxem a mente. A cabeça... afinal têm uma para quê? Para julgar os outros? Não julguem e façam o que está certo. O mundo vai mal, sê um dos poucos que faz o bem. O correto. Não faças o mal e o errado. O correto e o errado. Destinguios.
Agora é uma questão de moralidade, fui a única incompreendida na turma, que estava na opinião do contra (estou bastantes vezes nessa trágica situação de ser sempre do contra). "O que farias no caso da Maria?" Entregava-a. Amigas, amigas, roubos há parte. Cometeu um crime, e ninguém sai de um crime sem um castigo. Pelo menos isso era o que devia ser feito e o que por vezes não acontece neste mundo a que chamamos mundo. Cometeu um crime. Foi pequeno. Uma peça de roupa. E então? Deixa de o ser por ser apenas uma insignificante peça de roupa? Roubou. E mesmo sendo a minha melhor amiga, ou independentemente de quem fosse, iria acusá-lo. Não importa o tamanho do crime. Um crime é mau, e está errado. Se estivesse certo não merecia castigo. Mas se queremos pessoas com educação temos de ser justos com a lei. Amizade não é lei. Poderia amá-la incondincionalmente (o que é impossível, porque ninguém ama os amigos, amar é um termo forte) que a iria denunciar na mesma. Tinha de ser castigada, ter o que merecia. Educação. Há que a tê-la. Sou uma menina de principios. Não sou uma mulher, porque apesar de pensar que o sou, sou apenas uma criança que reconheçe um erro, o erro que é roubar. Um crime. Castigo. Severo. Não importa a idade, importa a maturidade. E quem não disse-se o nome da amiga, iria ser um irresponsável e também ele um criminoso! Nunca na vida quero estar com alguém que cometa crimes há minha frente; nem há minha frente nem na minha traseira. Porque só vemos o que nos convém. E isso é muito mau. O mundo é mau. Porque numa turma de 20 alunos, eu era e sou, a única a pensar nesta maneira. Secalhar estou errada, não sei. Secalhar sou mais madura e mulher, e saber que não queria saber que essa minha "melhor amiga" me vira-se as costas, por eu a ter denunciado. Não roubasse. Eu acho que não é preciso razão para roubar\ assaltar... Acredito na ciência e não na sorte. O mundo tem os seus motivos? Acho que não são precisos motivos para cometer um crime. Dinheiro? Fama? (a fama que muitos gostariam de ter). Qual é o interesse de roubar roupa? Imaginemos que a rapariga era pobre. Não era muito mais nobre (e roubar é tudo menos nobre) roubar uma peça de fruta? Alimentos? Água? Daquilo que nos mantem vivos. Sou pobre, tu também o és. E todos somos, neste mau preciso momento. Mas há uns que se aguentam, familias com emprego, dinheiro de herdade, maneiras possiveís; há outros, pobres esses sim, tem a palavra exata, que nem para comida tem um tostão. O que é mais importante: viveres nu, ou morreres bonito? Ás vezes penso que as pessoas não pensam com a cabeça. Puxem a mente. A cabeça... afinal têm uma para quê? Para julgar os outros? Não julguem e façam o que está certo. O mundo vai mal, sê um dos poucos que faz o bem. O correto. Não faças o mal e o errado. O correto e o errado. Destinguios.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Arco-Irís
O arco-irís. Chuva... agora nestes dias chuve. O céu fica nublado e por vezes há nevoeiro. Como eu adoro estes dias, como adoro chegar a casa, com o piso tudo molhado e escorregadio, com medo de cair e por isso entro em bicos de pés. Como eu adoro o frio de manhã ao levantar, que é horrivel aos meus olhos mas perfeito na minha cabeça. A conjunção de um pijama que deveria ser quente e se torna frio ao acordar. Tudo isto porque falamos do arco-irís, porque ao falar disso, falamos de duas coisas. Chuva e sol. Frio e calor. Todos adoramos calor no frio. Mas calor humano. Todos querem ser agarrados quando está frio, para aquecer o corpo. Porque queremos algo e alguém. Só. Adoro o inverno e não gosto do verão. Ninguém gosta do frio porque é desagradável. Eu adoro o frio e a chuva. Ver todas as vistas cheias de nuvens carregadas de ódio e água que vai ser expelida no meu corpo. Calor. O calor no verão é bom. Quando é normal. Quando é exagerado é mais que mau, nem tenho palavra para descrever. No frio, leite chocolate enquanto tens os pés na lareira que julgas ter mas são apenas as tuas meias de lã. Mentira, tens lareira. Adoro as cores do arco-irís. Porque? São todas as cores. E todas elas são lindas e fazem um contraste lindo. Vida. Chuva. Sol. Calor.Frio. Arco-Irís. Metáforas?
domingo, 4 de novembro de 2012
Filmes
Hoje é domingo, e domingo é o meu dia favorito para ver um bom filme em casa. Vou falar-vos dos tipos de filmes que gosto e não gosto. Os meus filmes favoritos são os de drama. Adoro drama. Porque a minha vida é um drama. E gosto de ver as outras pessoas a sofrerem. Isso faz de mim uma má pessoa? Não. São só filmes. Que por caso, os filmes que eu adoro. Adoro mesmo filmes dramáticos, romance. E podem nem ser de romance desde que haja uma mini tragédia para mim já têm as minhas palmas (as palmas que nunca ninguém dá). Odeio filmes de comédia e de terror. Vamos dividir por partes... comédia. Ou a comédia é excelente, tem piadas inteligentes e com sentido (o que nunca é o caso), ou os produtores esforçam-se tanto para que aquele filme seja hilariante, que acaba numa desgraçada triste. Filmes de comédia não tem lições de moral, e tudo acaba bem. Eu adoro lições de moral e adoro finais tristes. Mas finais com mortes, em que o bom morre, e o mau vive... E aprecio imenso quando tem alguma lição a dar-nos, ou algo a ensinar-nos. Filmes de terror. São os piores. Acabam sempre por nos fazer rir de tão maus que são. Ou é porque o fulano tal parecia um palhaço em vez de um assassino doente, ou porque o zombie parecia um dentista. Não nos ensina nada para a vida, não há lições de moral, e só nos deixa sem sono e cheios de medo, nas únicas horas em que o Homem faz algo de bom.
sábado, 3 de novembro de 2012
Religião
Religião. Vou falar-vos do que eu acredito e no que eu não acredito, mas há cerca de religião. Não acredito em Deus, até devia por Deus com minúsculas mas não vos quero ferir os sentimentos. Não
rezo, mas tenho imensa fé. Não vou todos os domingos á igreja, mas
acredito na sorte, o que pode ser uma parvoíce para vocês. Os meus
pensamentos são muito positivos, algumas vezes são negativos mas quero
pensar que o tempo cura todo e que os problemas se iram resolver.
Religião... respeito as pessoas católicas e com algum tipo de religião.
Mas por vezes, são muito exagerados. Hoje há tarde estudei história, e
numa aula discuti imenso com a minha professora, porque estávamos a
falar do que antes, há muitos milhões de anos atrás se fazia acerca dos
mortos. Faziam
cultos aos mortos. Até a esse ponto, tentei conter-me. Mas quando li
que faziam danças para a chuva vir, ou para a chuva parar, ou para
qualquer outra razão, que só a vida dirá, passei-me. O que muda uma
inútil dança?! Será isso religião?!? Eu sei que eles não tinham a
inteligência que temos agora, mas eu revolto-me porque ainda atualmente,
neste simpático mundo pessoas o fazem...Serei
eu má pessoa por pensar nisto? Acho de doidos. Acerca de porem objetos
pessoais e alimentos perto dos mortos, não acho muito mal. Mas afinal...
eles tão mortos, e são as lembranças que restam deles, porque que as
pessoas (os mais chegados) talvez queiram para eles. Vida depois da morte? Também não me convence nada. Nós morremos. E pronto, é a lei da vida e da natureza. Nascemos e vivemos, e depois um dia, num dia muito triste aliás, morremos. "Um morto é um escândalo, milhões é estatística." Nem
acredito que fomos outras pessoas noutra vida. Eu, nasci do ventre da
minha mãe, no dia 15 de julho, e não nasci duas vezes, e vivi duas
vezes. Mas sim uma. Agora. No presente. Viver. Viver a vida. Novembro.
Inverno. Não acredito em Deus nem em qualquer Deus, em cultos mágicos e
muito menos na vida depois da morte. Todos temos opiniões diferentes, e
eu respeito-as. Mas... o problema é que há sempre um "mas". E na
religião há factos e há uns "mas" nos factos.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Vida
Ás vezes penso que a vida é nada. Se ainda tão pouco vivi, e agora penso
que sei que a vida é nada. Tão simples quanto isso, vida. Uma vergonha,
um fruto da evolução, uma ciência, um estudo, uma forma? Só sei que
nada sei. A sociedade sabe o que em si? Nada. E é esse nada que tudo
muda. A lei da vida não é ser feliz. É sobreviver. Já sobrevivi. Isso
faz de mim uma pessoa feliz. Feliz. Não tenho descrição para essa
palavra, porque não sei se alguma vez a senti. Amar. A vida é amar? Não,
porque a vida é sobreviver. E sobreviver é amar? Não, porque eu sei que
não sei o que a vida é.
Recuar no tempo... será que é possível? Quando fechas os olhos todo é possível. Mentira, todo é uma ilusão. como esta vida e a outra. Todos nos mentem, ninguém nos ama, todos nos desiludem e querem ver nos bem, mas nunca melhor que eles. Satisfação... o Homem nunca está satisfeito, nem o Homem nem a vida. Será que a vida é o Homem, ou o Homem é a vida? Não sei. Nem sei se alguma vez saberei. Cuidado, todos te querem ver mal. Acreditas nas mentiras e desconfias da verdade. Fazes más escolhas. Sim, escolhas, porque não existem caminhos. Existem sentidos, e por muito que a vida te leve para um buraco onde pensas que não tens oxigénio e não tens vida, só vai estar lá uma mão para te socorrer dessas trevas. A treva que é a vida, que é viver.
A vida terá um objetivo? O objetivo de amar e ser amado? Ou de nascer e morrer? Ou de ser fecundado e fecundar alguém? Ou de... deixa-te disso. Eva e Adão não pensavam nisso. Sabes lá, não eras dessa época. Pensavam em como havia maças e Eva pensava em como engatar Adão. Agora estou a ser rebelde. Pensavam em sobreviver....? Não sei, só eles sabiam. Será que eles se amavam, ou foram só mais uma experiência? Amar é uma experiência, e o desafio é lutar para ser correspondido ao coração dessa pessoa. Porque toda a gente quer alguém com que possa contar. Será o amor uma maça verde ou vermelha? Será o amor uma maça? Será o amor, terra? Será o amor, vida? E será vida amor?
Recuar no tempo... será que é possível? Quando fechas os olhos todo é possível. Mentira, todo é uma ilusão. como esta vida e a outra. Todos nos mentem, ninguém nos ama, todos nos desiludem e querem ver nos bem, mas nunca melhor que eles. Satisfação... o Homem nunca está satisfeito, nem o Homem nem a vida. Será que a vida é o Homem, ou o Homem é a vida? Não sei. Nem sei se alguma vez saberei. Cuidado, todos te querem ver mal. Acreditas nas mentiras e desconfias da verdade. Fazes más escolhas. Sim, escolhas, porque não existem caminhos. Existem sentidos, e por muito que a vida te leve para um buraco onde pensas que não tens oxigénio e não tens vida, só vai estar lá uma mão para te socorrer dessas trevas. A treva que é a vida, que é viver.
A vida terá um objetivo? O objetivo de amar e ser amado? Ou de nascer e morrer? Ou de ser fecundado e fecundar alguém? Ou de... deixa-te disso. Eva e Adão não pensavam nisso. Sabes lá, não eras dessa época. Pensavam em como havia maças e Eva pensava em como engatar Adão. Agora estou a ser rebelde. Pensavam em sobreviver....? Não sei, só eles sabiam. Será que eles se amavam, ou foram só mais uma experiência? Amar é uma experiência, e o desafio é lutar para ser correspondido ao coração dessa pessoa. Porque toda a gente quer alguém com que possa contar. Será o amor uma maça verde ou vermelha? Será o amor uma maça? Será o amor, terra? Será o amor, vida? E será vida amor?
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