sábado, 22 de dezembro de 2012
Vertigens
Os medos. Temos tantos medos. Temos medo das mudanças e da vida. Do que possa correr mal e o que fazer para mudá-lo. Temos medo de tudo e de todos. Eu pelo menos tenho, medo das pessoas; todas elas más e com intenções maléficas; todas elas fazendo se de pessoas normais e simpáticas, enquanto somos todos anormais e falsos. Nunca descobrimos o lado verdadeiro de uma pessoa, até a termos visto no caos. Como já disse em alguns textos, só conhecemos mesmo uma pessoa quando essa está perante o caos e o desespero. No desespero da vida, com os problemas a que nos encontramos, os quais não têm solução. Mas a única coisa que não tem solução é a morte, porque é ela que acaba com a nossa forma de resolver os nossos problemas. Medo de tudo, de voar, de aprender, de não fazer aquilo ou fazê-lo. A vida é uma aventura onde só são conhecidos os mais bravos e corajosos. Ninguém quer saber de um futebolista enquanto anda por ai um cientista a descobrir curas para as mais variadíssimas doenças. Pelo menos, essa é a minha opinião e será sempre ela que para mim irá contar. Sei que ninguém lê os meus textos. Como se me importasse, são as minhas teorias que um dia terão espaço num cargo importante. Um cargo que agora ninguém quererá saber ou ligar. Estamos todos muito preocupados com a crise, e com a falta de prendas para um aniversário que não é nosso. Estávamos bem por volta dos 2000\2001, mas quem sou eu para falar? Uma criança a falar de crise? Uma criança a falar dos medos? Sabe lá ela falar ou escrever algo sem ajuda. Mas gosta, isso ela gosta, de usar ironia em tudo o que diz. A ignorância e a ironia são as palavras chaves. Quero guerra, não quero a paz! Se a paz me dá estes desgostos, vamos experimentar a revolta e os tiros! Talvez assim alguém aprenda algo. Bandidos, são todos vocês que só pensam no dinheiro e em como sair deste buraco fundo! Não há saída. Emigrar, faz isso e estarás bem! Até um dia, todos os países serem mais nada sem ser cacos de cultura e desespero. Que vergonha e que ódio. Que raiva.Um dia morrerão vocês, seus burros ingratos, que nada fizeram senão construir estradas e destruir a península! Estamos perdidos. Não vos vou mandar votos de um Feliz Natal, porque não o vai ser; nem de um bom ano novo, porque isto vai piorar a cada dia que passa. Está tudo perdido. Os meus sinceros parabéns, mundo, sociedade, governantes.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Cada vez escreves melhor :)
ResponderEliminarAgora é que vejo isto! Que "Pérola" haha! Obrigado Ariana, beijinho
ResponderEliminar