sábado, 3 de novembro de 2012

Religião

Religião. Vou falar-vos do que eu acredito e no que eu não acredito, mas há cerca de religião. Não acredito em Deus, até devia por Deus com minúsculas mas não vos quero ferir os sentimentos. Não rezo, mas tenho imensa fé. Não vou todos os domingos á igreja, mas acredito na sorte, o que pode ser uma parvoíce para vocês. Os meus pensamentos são muito positivos, algumas vezes são negativos mas quero pensar que o tempo cura todo e que os problemas se iram resolver. Religião... respeito as pessoas católicas e com algum tipo de religião. Mas por vezes, são muito exagerados. Hoje há tarde estudei história, e numa aula discuti imenso com a minha professora, porque estávamos a falar do que antes, há muitos milhões de anos atrás se fazia acerca dos mortos. Faziam cultos aos mortos. Até a esse ponto, tentei conter-me. Mas quando li que faziam danças para a chuva vir, ou para a chuva parar, ou para qualquer outra razão, que só a vida dirá, passei-me. O que muda uma inútil dança?! Será isso religião?!? Eu sei que eles não tinham a inteligência que temos agora, mas eu revolto-me porque ainda atualmente, neste simpático mundo pessoas o fazem...Serei eu má pessoa por pensar nisto? Acho de doidos. Acerca de porem objetos pessoais e alimentos perto dos mortos, não acho muito mal. Mas afinal... eles tão mortos, e são as lembranças que restam deles, porque que as pessoas (os mais chegados) talvez queiram  para eles. Vida depois da morte? Também não me convence nada. Nós morremos. E pronto, é a lei da vida e da natureza. Nascemos e vivemos, e depois um dia, num dia muito triste aliás, morremos. "Um morto é um escândalo, milhões é estatística." Nem acredito que fomos outras pessoas noutra vida. Eu, nasci do ventre da minha mãe, no dia 15 de julho, e não nasci duas vezes, e vivi duas vezes. Mas sim uma. Agora. No presente. Viver. Viver a vida. Novembro. Inverno. Não acredito em Deus nem em qualquer Deus, em cultos mágicos e muito menos na vida depois da morte. Todos temos opiniões diferentes, e eu respeito-as. Mas... o problema é que há sempre um "mas". E na religião há factos e há uns "mas" nos factos.

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